Central de políticas › Precificação
Precificação e comissionamento

Preços e como o VITTO se remunera

Transparência sobre a exibição de preços no catálogo e sobre o modelo de receita: take-rate no B2B por um veículo próprio; sem comissão sobre a contratação pública.

Versão preliminar. Este documento é uma minuta de trabalho do VITTO, sujeita à validação jurídica antes da vigência. Não substitui os contratos específicos firmados com cada fornecedor, comprador ou ente público. Atualizado em julho de 2026.

Como os preços aparecem no catálogo

Cada solução pode exibir o preço de três formas, definidas pelo fornecedor:

  • Preço público: valor de referência informado pelo fornecedor.
  • Faixa de preço: intervalo estimado, quando o valor varia por escopo.
  • Sob consulta: soluções complexas ou customizadas, orçadas caso a caso.

Preços de referência não constituem proposta comercial vinculante — a condição final é definida na negociação entre as partes.

Como o VITTO se remunera

B2B

Quando o VITTO intermedeia efetivamente uma transação entre empresas, cobra uma comissão (take-rate) sobre o negócio. Essa comissão é faturada por um veículo próprio — empresa distinta do Instituto — para preservar a imunidade e a natureza não lucrativa da ICT. O percentual é acordado com o fornecedor e informado antes do fechamento.

B2G

Sem comissão sobre a contratação pública. O Instituto conecta e credencia; a contratação é do ente público, pela Lei 14.133/2021. Conexão não é contratação — e não há take-rate sobre recursos públicos.

Outras receitas do Instituto

Além do marketplace, o Instituto pode ter receitas instrumentais de P&D, coordenação de projetos e licenciamento de propriedade intelectual. Essas receitas são integralmente reinvestidas nas finalidades estatutárias, sem distribuição de lucros — coerente com a condição de associação civil sem fins lucrativos.